domingo, 28 de outubro de 2007

V TORNEIO ABERTO DE XADREZ DO GRÊMIO NÁUTICO UNIÃO - Dia 24/11/2007


V TORNEIO ABERTO DE XADREZ DO GRÊMIO NÁUTICO UNIÃO
Data
24 de Novembro de 2007 - Sábado
Local
Salão Nobre do Grêmio Náutico União – Sede Alto Petrópolis – Rua João Obino, número 300 – Possui entrada também pela Avenida Nilo Peçanha próximo da Praça da Encol - Fone: 3025-3859 – www.gnu.com.br
Como Chegar
Acesse o link: http://www.aondefica.com/main.asp e coloque em "Origem" o nome de sua cidade, estado e seu endereço (sem colocar o número), em "Destino" endereço "João Obino" na cidade de Porto Alegre, RS e coloque como deseja ir para achar o roteiro de como chegar.

Programação

Confirmação das inscrições no local: até às 9:00 (impreterivelmente)
Solenidade de abertura: 9:15 às 9:30
Congresso Técnico: 9:45 às 10:00 (Quando serão esclarecidas as dúvidas sobre as Regras do Torneio)
1ª rodada: 10:15 às 10:57
2ª rodada: 11:12 às 11:54
Intervalo para almoço: 12:00
3ª rodada: 13:10 às 13:52
4ª rodada: 14:07 às 14:49
5ª rodada: 15:04 às 15:46
6ª rodada: 16:01 às 16:53
7ª rodada: 17:08 às 17:50
Solenidade de encerramento: 18:10
Premiação
* Medalhas para o 1º, 2º e 3º lugar da categoria Geral
* Medalhas para o 1º lugar das categorias Sub 8, Sub 10, Sub 12, Sub 14, Sub 16, Feminino, Sênior
* Para o 1º lugar da Categoria Geral o livro: Xadrez Vitorioso – Estratégias – Autor: GMI Yasser Seirawan
* Para o 2º lugar da Categoria Geral o livro: Xadrez Vitorioso – Táticas – Autor: GMI Yasser Seirawan
* Para o 3º lugar da Categoria Geral o livro: Xadrez – O Espírito da Abertura – Autor: Gérson Peres Batista
* Para o 4º lugar da Categoria Geral o livro: 5 Coroas: Kasparov X Karpov no Mundial de 1990 Nova York/Lyon – Autor: GMI Seirawan
* Para o 5º lugar da Categoria Geral o livro: Inteligências em Confronto - Campeonatos Mundiais de Xadrez – Autor: Rubens Filguth
* Para o 1º lugar da Categoria Sub 8 o livro: Xadrez da Escola aos primeiros torneios
* Para o 1º lugar da Categoria Sub 10 o livro: Xadrez da Escola aos primeiros torneios
* Para o 1º lugar da Categoria Sub 12 o livro: Xadrez da Escola aos primeiros torneios
* Para o 1º lugar da Categoria Sub 14 o livro: Xadrez da Escola aos primeiros torneios
* Para o 1º lugar da Categoria Sub 16 as revistas: 3 revistas Xadrez
Categorias
* Geral: Sem limite de idade
* Sênior: Apartir dos 60 anos em diante
* Veterano: Apartir dos 50 anos em diante
* Feminino: Feminino sem limite de idade
* Sub 16: Abaixo de 16 anos
* Sub 14: Abaixo de 14 anos
* Sub 12: Abaixo de 12 anos
* Sub 10: Abaixo de 10 anos
* Sub 8: Abaixo de 8 anos
Inscrições no local
* Sócios do UNIÃO: R$ 15,00
na Central de Atendimento da Sede Alto Petrópolis
* Não sócios do UNIÃO:
R$ 18,00
na Central de Atendimento da Sede Alto Petrópolis
* Preencher cadastro com nome, e-mail e telefone
* Levar comprovante de pagamento de inscrição no evento
Participantes
* Aberto para participantes de qualquer idade
* Vagas limitadas em 80 jogadores

Sistema de disputa

Suíço Perfeito por computador em 7 rodadas – Participantes jogarão 7 partidas sem desclassificação

Tempo de Reflexão

21 minutos para cada jogador

Regras

O torneio será regido pelas Regras de Xadrez Rápido da Federação Internacional de Xadrez (FIDE)

Critérios de desempate

* Milésimos totais
* Milésimos medianos
* Progressivos
* Número de vitórias
Objetivo
* Oportunizar a prática do xadrez reunindo jovens e adultos de todo o Estado para treinamento
Observações
* O torneio será dividido por categoria sendo opcional a escolha da categoria pelo jogador
* Se houver apenas 1 jogador em alguma das categorias, ele jogará em uma categoria acima
* Poderão ser acrescentadas mais premiações ou sorteios de brindes que serão divulgados neste folder ou no local
* Os jogadores deverão trazer relógio de xadrez, jogos de peças e tabuleiros
* A organização do Torneio emprestará 12 jogos de peças com tabuleiro para os jogadores mediante a identidade
* A organização do Torneio disponibilizará aluguel de relógio de Xadrez por R$ 5,00 cada
* Os resultados das partidas em os jogadores não possuírem relógio de xadrez serão determinadas pelo árbitro após o término do tempo
* Poderá ser solicitado Bye Ausente somente na 1ª rodada, recebendo 0,5 pontos
* Os prêmios não serão cumulativos
Maiores informações
Com o Professor Bi-Campeão Estadual Eduardo Munoa 8178-7180 - eduardomunoa@yahoo.com.br



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quarta-feira, 24 de outubro de 2007

O JOGO DE XADREZ NO ENSINO DA MATEMÁTICA

O JOGO DE XADREZ NO ENSINO DA MATEMÁTICA

Rafael de Souza Duarte – UFU - rsduarte@gmail.com
Maria Teresa Menezes Freitas – UFU - mtmf@ufu.br
Introdução


O ensino de Matemática tem sido percebido por muitos alunos como algo monótono, em que o professor transfere conceitos fundamentais através de aulas tediosas e maçantes. Acreditamos que por algum tempo essa idéia tenha sido predominante, mas com as constantes evoluções e pesquisas não consideramos que seja justo que esse tipo de afirmação permaneça. Estudos envolvendo várias correntes teóricas, entre estas, o construtivismo e o interacionismo, com os seus representantes Piaget e Vygotsky, alertaram os educadores para a possibilidade de dar maior dinamicidade ao ensino da Matemática em sala de aula, fazendo com que o professor não tenha a função única de transferir o conhecimento para o aluno em um discurso “bancário” meramente transferidor do perfil do objeto ou do conteúdo (FREIRE, 1996, P. 26). Acreditamos que a utilização de materiais concretos, lúdicos e da tecnologia na pedagogia moderna auxilia e contribui para a eficácia do aprendizado do aluno que, através do simples “brincar”, não apresenta limites, antes encontrados dentro da sala de aula em certas matérias, ou seja, permite ao aluno evoluir segundo seu próprio ritmo. Este trabalho discute as possibilidades da inserção do jogo, mais especificamente do xadrez em sala de aula, na perspectiva do ensino e aprendizagem da Matemática.
Cousinet, citado por Christofoletti (2005), afirma que o jogo e a brincadeira são atividades naturais da criança, portanto, recomenda-se que a atividade educativa se baseie nessas atividades, não considerando todo o tempo o adulto que todo ser humano se tornará.
Piaget (apud GRANDO, 2005), afirma existir três tipos de jogos, assim denominados: jogos de exercícios, jogos simbólicos e jogos de regras. O último engloba os dois primeiros, tornando-se o mais importante dos jogos quando a criança alcança o período das operações concretas, pois a criança torna-se capaz de jogar respeitando as regras por consentimento mútuo, ressaltando a possibilidade social da proposta.
O xadrez, por ser um jogo de regras, impõe ao aprendiz normas de planejamento e estratégia, além de uma série de julgamentos que o jogador deve fazer, pois existe um limitador que se relaciona a interdependência entre as jogadas (anteriores e do adversário).
Kamii (apud MARQUES, 2004), estabelece três características desejáveis em um jogo para desenvolvimento moral, cognitivo e emocional do aluno. Assim, afirma a autora:
1. Em relação aos adultos, gostaríamos que as crianças desenvolvessem sua autonomia através de relacionamentos seguros, nos quais o poder do adulto seja reduzido o máximo possível.
2. Em relação aos companheiros, gostaríamos que as crianças desenvolvessem sua habilidade de descentrar e coordenar diferentes pontos de vista.
3. Em relação ao aprendizado, gostaríamos que as crianças fossem alertas, curiosas, críticas e confiantes na sua capacidade de imaginar coisas e dizer o que realmente pensam. Gostaríamos, também, que elas tivessem iniciativa, elaborassem idéias, perguntas e problemas interessantes e relacionassem as coisas umas às outras. (p.15). CONTINUA. VER EM: http://www.clubedexadrez.com.br/download/matematica07_rafael.doc

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

XADREZ / V ABERTO DE AÇU

Cleando:

XADREZ / V ABERTO DE AÇU
Sábado, 20 de outubro / início 14:00
R$ 100,00 em premiação!! / 21 minutos nocaute / 5 rodadas
LOCAL: Sobrado das Artes - Rua Moisés Soares, 183
Inscrições R$ 2,00 [estudante R$ 1,00]
Realização: CLUBE DE XADREZ DE AÇU

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

O xadrez é realmente importante! -

O xadrez é realmente importante!

Por Taís Julião


Entre as muitas formas possíveis de apresentar nossas impressões em relação a algum acontecimento escolhi a crônica por diversas razões e um sentimento – já que este último não é dado muito a razão. Falarei agora sobre elas e sobre ele também.

O primeiro e principal motivo é o conteúdo que desejo transmitir a vocês, leitores e possivelmente a maioria enxadristas. Hoje toda a informação que nos chega é caracterizada pela síntese e por uma imparcialidade de quem escreve. Não é possível ver a cor dos olhos, muito menos imaginar o esmalte que colore os dedos que digitam – sim, a caneta Bic e o lápis foram deixados de lado -, quando ansiosos por informação nos dirigimos a algum veículo de comunicação.

No entanto, meu objetivo aqui é transmitir a vocês o que aconteceu neste último fim de semana, mais precisamente da noite de sexta-feira, dia 17 de agosto – mês que provou não ser nada de desgosto, como reza a sabedoria popular -, até a tarde de domingo do dia 19. E o que aconteceu lá não será compreendido em sua magnitude se escrito com a imparcialidade dos jornalistas. Aqui escrevo mais do que nunca como enxadrista. E o rigor da técnica não será cobrado de mim, tenho certeza.

E saibam que a cidade litorânea de Santos, palco de toda a festa, não estava nem ensolarada, pelo contrário: fazia um friozinho danado, daqueles que decepcionam qualquer caipira que brilha os olhos quando visualiza o mar. E nem isso atrapalhou. O clima que prevalecia era uma contagiante expectativa das atividades prometidas para o fim de semana. E aí entra outra razão de eu ter escolhido a crônica para narrar a vocês o que aconteceu por lá.

A programação estava disponível na Internet fazia algum tempo. Todos os nomes que iriam passar por ali eram conhecidos (inclusive o meu, vejam só vocês). Mas só estando lá para saber o quando aqueles nomes imparcialmente colocados em uma programação iriam fazer naquele espaço do SESC, local designado para a realização das atividades.

Já na sexta-feira, logo no primeiro dia, tivemos o que considero o momento mais glorioso do evento: a instituição do Dia Nacional do Livro de Xadrez, a ser comemorado anualmente no dia 17 de Agosto. Esta iniciativa não só preserva como constrói a memória do xadrez brasileiro, já que embora a Internet se apresente como ferramenta insubstituível para os enxadristas, é o livro que guarda a subjetividade e a pessoalidade dos enxadristas-escritores, é lá que está o pensamento enxadrístico além anotações algébricas e gráficos e números que o Fritz facilmente calcula, mas que contém em si um significado misterioso que só os números sabem transmitir. No livro está contido um esforço intelectual não só de execução, mas de compreensão, de fazer-se entender e mais que isso, de ensinar e aprender. Por mais “antiquada” que a idéia de um Dia do Livro de Xadrez pareça em meio de notebooks e laptops, isso representa um grande avanço para o xadrez brasileiro, que assim vai preenchendo espaços cada vez mais amplos na cultura brasileira, incorporando a dimensão de cultura enxadrística tão comentada durante todo o evento.

A cultura enxadrística de que falo é aquela que não resume o jogo de xadrez a pura e simples competição. Claro que as partidas e seus resultados são partes fundamentais, porém não é essa a motivação exclusiva de nossa verdadeira convicção da importância do xadrez. E foi justamente essa percepção que permeou todas as palestras.

O xadrez escolar de Luiz Loureiro é ferramenta de reflexão, e o objetivo é formar crianças pensantes, críticas e cidadãs em última instância. Isso porque aprender a jogar xadrez é aprender a respeitar o outro e a si mesmo, nossas limitações, nossas superações. Assim sendo, o professor de xadrez tem papel duplo: criar estratégias de ensino que seduzam e estimulem os alunos a jogar xadrez e mais importante, que o aprendizado do jogo de xadrez não seja somente pelo jogo, mas por tudo o que ele pode proporcionar na formação humana de cada pessoa.

Já Horácio Prol, atual presidente da FPX, buscou mostrar que organização e planejamento são necessários para administrar o xadrez no país, seja em nível de competição ou escolar. Não podemos virar as costas a tudo o que o xadrez alcançou em termos de estrutura organizacional no Brasil e no mundo, e este é um aspecto importante para que a importância do xadrez seja reconhecida pelos diversos setores da sociedade. O organizador de toda a festa, o enxadrista e escritor Rubens Filguth nos agraciou com uma pesquisa impecável sobre a influência do xadrez em diversos aspectos da nossa cultura, especialmente na arte – cinema, literatura e pintura. O xadrez apresentado por Filguth é aquele que estimula nossa capacidade crítica e desenvolvimento intelectual, que nos permite aprender sempre mais sobre o mundo e as pessoas, conhecer lugares e histórias, e daí sua importância enquanto jogo, esporte, ciência e arte.

As intervenções do MF Carlos Sega, do MI Luís Coelho e do GM Gilberto Milos caminharam na mesma direção: reforçar que o jogo de xadrez exige técnica e estudo sim, mas que estas são tarefas possíveis e acessíveis a qualquer um, desde que feitas da maneira correta e com objetivo. A presença destes fortes jogadores de renome internacional demonstra não só um lado importante do jogo de xadrez, que é a competição, mas também que não é só isso que prevalece, por isso a presença de nomes tão importantes em um Congresso Brasileiro de Cultura e Xadrez. Henrique Marinho, por sua vez, nos apresentou dados importantíssimos sobre o estado da arte do livro de xadrez no Brasil, uma pesquisa séria e que certamente será de grande valor para embasar não só as políticas de publicação no país, mas também para reforçar definitivamente a importância do Dia Nacional do Livro de Xadrez.

Bem, quanto a minha participação, minha humildade e inexperiência não me permite escrever muito, basta dizer que foi uma honra, em primeiro lugar, estar junto a estas pessoas que realmente gostam de xadrez e desejam seu desenvolvimento no Brasil. Meu tema foi o xadrez feminino, minha menina dos olhos. Mais do que explicações, esclareci a proposta do Blog Xadrez Feminino no Brasil: incentivar e desenvolver o xadrez feminino. Ter este espaço para abordar este assunto é uma grande conquista para o enxadrismo brasileiro, especialmente para as mulheres que o praticam. As impressões, não sou eu que as comentarei.

O Fórum Xadrez Escolar contou com a participação ativa do público – em média 30 pessoas, chegando ao pico de mais de 50 em determinados momentos, composto de professores, pais, técnicos, treinadores, professores de educação física, psicólogos, pedagogos, aficcionados, entre outros, de várias localidades do Brasil. A discussão foi séria e interessada, e novas propostas surgiram para incentivar o xadrez escolar no Brasil.

O detalhe – e a magia -, de todo evento é que aconteciam diversas atividades simultâneas, como exposição de pinturas, de livros, além de mais uma etapa do Circuito 21 minutos da FPX e um torneiozinho escolar – pelo menos essa era a expectativa, que ele fosse “inho” e não “ão” como foi, que o diga Horácio Prol, que se viu rodeado de um batalhão de crianças gritando simultaneamente “Tio! Tio!” -, com 260 crianças! No total, o SESC recebeu 500 pessoas que ali estavam pelo xadrez. No domingo, a novidade teórica com dupla exclamação: um torneio entre pais e filhos, com 20 duplas inscritas, e uma verdadeira demonstração de que xadrez não se resume a peças, tabuleiros e relógios.

O que vi neste fim de semana, caros leitores enxadristas, é que o xadrez está vivo, e que no Brasil há um espaço amplo e diverso para trabalharmos a modalidade. E o sentimento que mencionei logo no início do texto é este: o xadrez é importante, sim. E somos nós, enxadristas e amantes do xadrez, que podemos e devemos reforçar essa importância, por meio de iniciativas como essas e tantas outras que certamente surgirão após este evento. Sentimento de alegria em ver o xadrez valorizado por tudo que ele representa: esporte, arte e educação.

Parabéns a todos que fizeram da idéia uma realidade. E aguardem a segunda edição.


Clique e conheça o(a) autor(a) deste artigo:Taís Julião

domingo, 14 de outubro de 2007

OFICINAS NA ESCOLA ESTADUAL PADRE ALFREDO

Nos dias 20 e 27 de setembro e dia 11 de outubro o Clube de Xadrez Pensart realizou oficinas para alunos da Escola Estadual Padre Alfredo , dando prosseguimento a expansão do xadrez escolar e cumprindo mais uma fase do Projeto Xadrez nas Escolas de Mossoró.
A direção da escola cedeu uma sala para quarenta alunos, na qual os alunos participaram ativamente da aula inicial de xadrez com uma breve história sobre o jogo, em seguida a apresentação do tabuleiro, sua nomeclatura, conhecer todas as peças e suas movimentação e num segundo momento dar oportunidade de executar os movimentos básicos tirando todas as dúvidas dos alunos. Foi também apresentadas fotos das atividades do clube de xadrez pensart, entregue um projeto de xadrez escolar a direção da escola e feito o convite para participar das atividades do nosso clube de xadrez na Escola Estadual Jerônimo Rosado.
Nesta primeira etapa somente o turno matutino foi contemplado, foram realizadoas oficinas com o 2º ano, 3º ano e 4º anos do fundamental. As próximas oficinas serão no turno vespertino, ainda neste mês de outubro, com alunos já conhecedores do jogo de xadrez, onde será ministrado um mini-curso para os mesmo tornarem-se multiplicadores do xadrez na escola.
A direção prometeu comprar material e num futuro bem próximo criar um clube de xadrez dentro da escola.
Como sempre trabalhando na adversidade, mas com garra estamos vencendo a inoperância do sistema educacional no nosso estado e mostrando que temos ferramentas pedagogicas novas para inovar o funcionamento das escolas.
VIVA O XADREZ!
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